Onde cada folha é um roteiro,
cada animal uma estrela,
cada amanhecer uma estreia.
Um estúdio de cinema instalado no coração da Mata Atlântica.
Registramos e celebramos a vida selvagem.
Cada ponto é uma das espécies mais raras já registradas aqui — tesouros da Mata Atlântica documentados em Santa Teresa (ES) e somados à ciência cidadã do iNaturalist. Venha encontrar os seus.
O comedouro como palco — pássaros de perto, natureza em close



Fauna selvagem em seu habitat natural



A sinfonia ininterrupta da mata — cada som, uma partitura viva



Toda observação da mata vira uma figurinha de coleção — e você gera a sua aqui, em segundos
Cole o endereço de qualquer observação do iNaturalist. A gente busca a foto, a raridade e o status — e monta o card na hora, aqui mesmo.
As câmeras em ação, o sítio em detalhe, os momentos do corte final



As observações únicas do nosso projeto — espécies que pouquíssimas pessoas já viram
Onde a observação da natureza vira cinema — e ciência aberta.
O Vem pra Mata nasceu de uma ideia simples: tratar cada animal da floresta como uma estrela, cada trilha como um set, cada amanhecer como uma estreia. Em vez de apenas registrar a vida selvagem, nós a filmamos, ouvimos e celebramos — com o cuidado de quem produz cinema.
É um projeto pessoal e autoral, movido pela conservação da Mata Atlântica e pela convicção de que olhar com atenção para a floresta é, em si, um ato de cuidado.
O estúdio fica na Pousada Sítio Canaã, no Circuito Caravaggio, em Santa Teresa (ES) — uma das regiões mais biodiversas da Mata Atlântica capixaba, entre montanhas, nascentes e remanescentes de floresta. Aqui, beija-flores, sabiás, sapinhos e visitantes inesperados dividem o mesmo cenário.
A pousada é o cenário; a floresta ao redor é o elenco. Câmeras de comedouro, câmeras de trilha e captação de som ao vivo transformam o dia a dia da mata em filmes, concertos e bastidores.
Cada observação registrada vira mais do que uma bela imagem. Publicada no iNaturalist e integrada ao projeto Vem pra Mata, ela entra na base global de biodiversidade (GBIF) e ajuda a ciência a mapear quem vive na Mata Atlântica. As espécies mais raras viram destaque aqui no site, e qualquer observação pode virar uma figurinha de coleção.
Fale com o estúdio — parcerias, visitas, colaborações
Venha contemplar a criação — e ajude a registrá-la, observação por observação.
O que é, onde fica e como o projeto une cinema, natureza e ciência.